quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Conquiste sua autonomia

   Você já pensou em como vai estar sua saúde quando for idoso/idosa? Acho que todos pretendemos chegar com saúde e, principalmente, autonomia, não é?

   AUTONOMIA, segundo o dicionário, é a capacidade de se governar pelos próprios meios. No caso da nossa saúde física, conseguir realizar nossas atividades diárias sem a ajuda de algo ou alguém. Entrar e sair do carro, fazer compras, subir e descer do ônibus, levantar do sofá, carregar uma criança, etc.

   Ter autonomia é essencial, pois nem sempre temos a possibilidade de ter alguém para ajudar sempre que for necessário. Você, certamente, conhece alguém que precisa de ajudar para tomar banho, para carregar as compras, que não pega ônibus por dificuldade de subir e descer, não conhece? Pois então. Dificilmente essas pessoas são felizes, afinal, perder a autonomia é perder sua independência, sua vitalidade.



   Mas, como chegar com autonomia à velhice? Tendo uma vida ativa. E não pense que isso precisa ter começado quando muito jovem. Claro que quanto mais jovem você iniciar, mais “saldo” terá lá na frente, mas saiba que pessoas que começaram a fazer atividade física com 80 anos também conseguem reverter ou melhorar alguns quadros negativos e ter de volta se não toda, mas uma parte da autonomia perdida.

   Nosso corpo foi feito para se movimentar e é assim que ele precisa estar: EM MOVIMENTO! Não precisa fazer academia, mas precisa SE MEXER. O movimento deixa o corpo e a mente ativos, funcionais e saudáveis.

  Suba um lance de escadas, caminhe, desça um ponto antes, dance, brinque... faça o que quiser e gostar, mas movimento esse corpinho que é só seu e lhe foi dado com tanto carinho😌! Quanto mais em movimento o seu corpo estiver, mais autônomo ele será! 👴👵




   Você conhece alguém que começou a fazer atividade física mais velho e melhorou alguma condição de saúde? Esse é o seu caso? Comenta aqui e me conta!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Quais as aulas de ginástica mais indicadas para você?

   Oi, genteeeeee! Eu sei que você está pensando que apareço por aqui a cada século. É... e tem razão. 😓 Mas eu juro que estou tentando ser mais assídua e tenho fé que vou conseguir! hehe

  Hoje quero falar com você sobre as aulas coletivas, popularmente chamadas de "aulas de ginástica", que muitas academias oferecem. Muitas pessoas, inclusive, entram para as academias justamente para fazer essas aulas. Mas, você sabe quais as aulas mais indicadas e adequadas para você? 😐

  Bike (spinning), artes marciais, dança, Yoga, alongamento, localizada, mini trampolim (jump), circuito e mais uma infinidade de outras modalidades. O mais importante é você saber que nem todas elas podem ser feitas por qualquer pessoa. A primeira coisa a se fazer é conversar com o professor de cada aula sobre quais são mais adequadas para o seu caso. Mas vou dar algumas dicas para que você possa escolher algumas delas para testar.



  INICIANTE – Se você nunca fez atividade física ou não faz há muito tempo, procure aulas com menos impacto e menor intensidade. Independentemente da aula que você vai fazer, faça NO SEU RITMO e NO SEU LIMITE! Avise o professor que você está começando e peça ajuda sempre que precisar.

  INTERMEDIÁRIO – Pessoa que já pratica atividade física regularmente, mas não faz tanto tempo que pratica. Se você já fez algumas aulas, faz musculação ou qualquer outra atividade física e quer experimentar outras modalidades, verifique quais são um pouco mais intensas do que as atividades que você já faz. Informe-se também sobre quais as combinações de atividade mais indicadas.

   AVANÇADOS – Pessoa que já pratica atividades físicas regularmente e tem bom condicionamento físico e muscular. Vale a mesma dica dos intermediários, verifique quais as aulas mais indicadas para “mesclar” com suas outras atividades (corrida, musculação, natação, etc.). Cuidado com o exagero! Muitas atividades no mesmo dia podem causar “overtraining” e lesões podem aparecer.


  Se você tem LIMITAÇÕES ou LESÕES, mais cuidado ainda! Converse muito bem com o professor que dá a aula para saber se você pode fazer ou se precisará de adaptações. Assista a uma aula antes de fazê-la para saber se será possível realizá-la. Se, após uma ou mais aulas, você sentir qualquer tipo de dor ou desconforto, avise o professor para que ele possa tentar identificar o que pode ter ocorrido e adaptar a atividade para você ou indicar outro tipo de aula que seja mais indicada.


  Isso tudo vale também para as aulas oferecidas gratuitamente (em parques, shoppings, praças, etc.). Verifique se a pessoa que ministra a aula é alguém certificado e preparado. Converse com quem já fez a aula para saber mais e siga as dicas dadas aqui. 


  O mais importante é PRESTAR ATENÇÃO NO SEU CORPO, pois ele sempre avisa quando algo está errado. Qualquer pequeno incômodo pode virar uma lesão grave se a atividade que a causou for repetida. CUIDE DO SEU CORPO COM RESPONSABILIDADE! 😊😉





  Ainda tem alguma dúvida? Deixa seu comentário! Já fez alguma aula e teve experiências ruins ou muito boas? Conta também nos comentários!😘

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Automassagem nos pés: relaxamento e alívio de dores

    Oi, genteeeeeeee! Hoje, dificilmente encontramos alguém que não tenha uma única dor sequer, principalmente as dores musculares causadas por tensão. Dor nas costas, nos ombros, no pescoço, lombar, nervo ciático... e por aí vai. A musculatura dos ombros (na verdade, a musculatura do trapézio) é a mais tensionada. Quando ficamos nervosos, ansiosos, estressados, normalmente os ombros vão parar lá nas orelhas, já reparou? Preste atenção em você, agora, e perceba se os seus ombros estão elevados. Relaxe-os! Muitas vezes, sem percebermos, tensionamos musculaturas e, fazendo isso com frequência, elas acabam ficando tensionadas eternamente causando dor e desconforto.

 

    Na correria do dia a dia, vamos deixando de lado os momentos de relaxamento que são tão importantes quanto os de atividade física. Se você se exercita, se alimenta bem e dorme bem, mas não tira um tempinho no dia ou na semana para relaxar, alguma dor pode te pegar de jeito. E uma das maneiras de relaxar é fazer uma massagem. Quem não gosta de uma massagem? É uma delícia! 


    Quando fiz meu primeiro curso de massagem, no SENAC, o professor pediu para formarmos duplas e cada um faria massagem no pé do outro. Alguns já logo disseram "Mas eu não sei fazer massagem", ele disse "Todo mundo sabe fazer massagem" e é verdade. Algumas pessoas fazem com mais força, mais jeito, menos força, mais técnica, mas fazer, de alguma forma, todo mundo sabe. O problema é que, muitas vezes, nunca tem UM SER-HUMANO disponível para fazer uma massagenzinha na gente 😕. Mas com o post de hoje:

Desculpem. Não resisti! 😂
Para fazer a automassagem você pode usar bolinha de tênis, de borracha lisa ou aquelas com "pontinhas", desde que seja mais firme, pois se for muito mole, não vai exercer a pressão necessária. 



    Vou, primeiro, mostrar pra você um mapa de reflexologia dos pés (mapa com os pontos que representam os órgãos e as partes do corpo) para entender um pouco do motivo de algumas partes doerem mais do que outras. Reflexologia dos pés requer um estudo mais aprofundado para saber exatamente quais pontos ativar para melhorar dores e disfunções, mas uma boa automassagem pode relaxar o corpo por inteiro, trazer sensação de bem-estar e aliviar tensões.  


    Vamos à prática?! 🙌 Coloque uma lista de músicas que você goste 🎵, vá para um lugar tranquilo 🙏e aproveite esse momento consigo mesmo.

    1 - Fique descalço ou de meia para fazer a massagem. Se tiver tapete, melhor, se não, coloque uma toalha ou colchonete onde vai pisar para que a bolinha não escorregue (ela dá umas escapadinhas mesmo assim 😊). 

    2 - Para começar, pressione um pouco a bolinha e movimente o pé para frente, para trás e para os lados para que ela passe em todas as partes do pé. Identifique algum lugar que possa ter maior tensão (normalmente onde sentimos mais dor). Não esqueça as laterais do pé.



    3 - Agora, começando pelo calcanhar, apoie a parte da frente do pé e os dedos no chão e pressione a bolinha, com força. Faça isso em todas as partes. Vá mudando de lugar (mais para o lado interno, externo, no meio...) e deixe mais tempo onde sentir mais dor. Quando a dor diminuir um pouco, você muda de ponto.


    4 - Chegando na parte da frente do pé, o calcanhar fica apoiado no chão enquanto você pressiona a bolinha com a parte mais "fofinha" do pé (a "almofadinha" que temos antes dos dedos). 

    5 - Quando chegar na parte dos dedos, faça movimentos de agarrar (fechando os dedos)  com os dedos e soltar (abrindo bem os dedos) a bolinha. Esses movimentos também ajudam as articulações dos dedos que, com o tempo, ficam mais rígidas e atrapalham o equilíbrio.


    6 - Passe a bolinha, levemente, mais algumas vezes, por todo o pé para finalizar. Passe para o outro pé. 😉

   Você pode fazer a massagem sentado também, mas a pressão será bem menor e, consequentemente, a liberação da tensão também será menos eficiente. Mas, independente de ser sentado ou em pé, o importante é que você dedique esses minutinhos do seu dia para você. Um aviso é muito importante: a massagem dói 😖, mas depois relaxa e alivia meeeeesmo! Não me xingue, tá? 💖
   A automassagem é um autocuidado e autocuidado também é saúde. Guarde sempre um tempinho para cuidar de você. Não espere que o outro cuide de você e nem cuide só dos outros, esquecendo de você. Sua saúde também depende de momentos de bem-estar e relaxamento. 
   E, se você tiver cachorro 🐶, não deixe ele no mesmo ambiente, se não a massagem não vai sair porque ele vai achar que a bolinha é pra brincar com ele 😄.

   Aproveite as dicas e, depois de fazer, me conta como foi? Deixe seu comentário!

  Bjoooooooo





sexta-feira, 14 de abril de 2017

4 sinais de dependência de exercício (exercise addiction)

     Oie! Tudo bem? 

   Você é daquelas pessoas que, se faltar a uma sessão de treinamento, fica irritado(a), de mau-humor? Deixa de sair com os amigos para treinar? Continua treinando mesmo machucado ou com dor?
   Se alguns desses casos acontece com você, muito cuidado: você pode estar com dependência de exercício (exercise addiction). Assim como existem dependentes de álcool, drogas e outras coisas, o exercício também pode ser objeto de dependência e, quando isso acontece, ele deixa de ser feito por motivos de saúde e passa a ser obrigação e necessidade.


     
   Vou te mostrar, a seguir, 4 sinais que podem indicar dependência de exercício:

  • Deixar de lado a vida social para treinar
Quando a sessão de treino (seja uma caminhada, musculação, aula de ginástica, corrida, etc) é mais importante do que a vida social, algo está errado. Algumas pessoas deixam de sair com amigos e familiares para não faltar a uma sessão de treino. Treinar passa a ser a coisa mais importante do dia, e uma das mais importantes da vida.

  • Mesmo machucado(a), doente ou com dores, não deixa de treinar
A dor é um sinal do nosso organismo de que alguma coisa não está funcionando muito bem e muitas pessoas continuam se exercitando (com o mesmo volume e intensidade), mesmo correndo o risco de agravar a lesão ou doença (gripe, resfriado, virose). Não estou dizendo que você tem que parar de fazer tudo quando está com dores ou doente (se o médico indicou continuar se exercitando, é claro), mas os cuidados devem ser redobrados e o volume e a intensidade do treino CERTAMENTE não serão os mesmos.

  • A busca do "corpo ideal"
Gentem, vamos combinar que não existe corpo ideal, não é mesmo?! Quer ver um exemplo? Você conhece alguém que está plenamente satisfeito com o corpo? "Ah, Camila, eu conheço sim! Minha amiga é super feliz com o corpo". Será que é mesmo? Pergunte a ela se tem alguma coisa que ela mudaria no corpo se pudesse. Quase certeza que ela dirá que sim. Ninguém está satisfeito porque a sociedade faz com que nunca estejamos satisfeitos! Exercite-se em busca da sua saúde, seja para melhorá-la ou mantê-la boa. Corpo ideal é aquele que tem saúde! Estética é outra coisa.

  • Tempo de exercício e dificuldade em parar
"Quanto mais eu treinar, melhor". Nem sempre. Aliás, quase nunca. Pesquisas mostram que  quanto maior o tempo que uma pessoa passa se exercitando, mais insatisfeita com o próprio corpo ela é. Você começa treinando por meia hora por dia e vai aumentado o tempo, volume e intensidade gradativamente, além de passar a ter dificuldade em parar, ou seja, não consegue deixar de treinar. e nem sequer diminuir a sessão de treino. Pessoas que passam muito tempo na academia podem sofrer de dependência de exercício.




Se você se identificou com 2 ou mais desses sinais, fique atento(a)!

Assim como toda dependência também existe  abstinência. Pessoas dependentes de exercício, quando não se exercitam, ficam irritadas, mal-humoradas, fazem restrição alimentar e até compensam na próxima sessão de treino, treinando por mais tempo. Depressão também pode ser uma das consequências da dependência de exercício. Se você está dependente de exercício ou conhece alguém que esteja, procure ajuda.

Os Profissionais de Educação Física deveriam estar preparados para ajudar, mas, infelizmente, em sua maioria, não estão e, muitas vezes, ainda alimentam essa dependência ("vamos treinar mais forte pra perder essa barriga", "não veio ontem, por quê? Depois não reclame se não tiver resultado" e por aí vai...).



O importante é que o profissional escolhido esteja capacitado para atender a esses casos.

Não hesite em procurar ajuda. A dependência do exercício pode, na "melhor das hipóteses", trazer lesões sérias, mas, em casos mais graves, levar à depressão, isolamento social, entre outras consequências mais graves. 

Exercício é saúde, se bem prescrito, acompanhado, orientado e executado. 

Nosso corpo é um só, portanto, cuide bem dele!



Você conhece alguém que é dependente de exercício ou você mesmo(a) está passando por isso? Deixe seu comentário!

Bjoooooooo e até a próxima!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Como a atividade física pode ajudar o desenvolvimento infantil

     Oie!!

     Se você convive com crianças sabe que elas estão cada vez brincando menos, não é? Ficam no celular, no tablet, computador, TV e não tem mais muito espaço e tempo para brincar. 



     Se você tem mais de 25 anos sabe o quanto era bom brincar na rua, no condomínio, pulando corda, andando de bicicleta, patins, pulando elástico... Ok, nós não tínhamos tantos problemas com segurança como temos hoje, mas, mesmo em casa, elas não têm atividades. E já notou como a postura dos pequenos está ficando prejudicada com tanto tempo com os olhos nas telinhas? Isso sem contar o sobrepeso e todos os problemas que ele pode acarretar na infância.


     O que você precisa saber é que brincar e praticar esportes ajuda no desenvolvimento físico e mental das crianças. Quanto maior o número de atividades do qual uma criança puder participar, maior será o repertório de movimento e melhor será o raciocínio dela.



    Mas, não vá pensando em colocar a criança em todas as atividades possíveis e disponíveis. Crianças precisam também de tempo para brincar! Isso mesmo! Brincar! Porque a brincadeira é lúdica e estimula, entre tantas coisas, a criatividade e a interação com o mundo.


     O que vemos hoje são os extremos. Temos crianças que ficam o dia todo com os olhos numa tela, interagindo só com a tecnologia e ficando preguiçosos. Enquanto, por outro lado, temos aquelas que passam o dia todo fazendo todas as atividades disponíveis e, quando chegam em casa, não podem brincar, pois já estão cansadas ou têm outras tarefas para fazer. Mas, não se engane! Os dois casos são bastante prejudiciais. O caso dos que quase não se movimentam é óbvio, mas aqueles que participam de muitas atividades, muitas vezes por obrigação, podem ficar "com raiva de se exercitar" e, quando crescem, não querem mais praticar qualquer esporte por não aguentar mais aquela obrigação e pressão que sofriam. Portanto, atenção se você conhece algum pequenino que se enquadra nesses casos.


     O ideal seria se a criança pudesse ter a oportunidade de experimentar diversas atividades (tanto esportivas como recreativas), mas, respeitando sempre a vontade da criança. Não a obrigue a fazer nada que não goste. Se, mesmo depois de algum tempo, você perceber que ela não se enturmou ou fica irritada ou chorosa antes de ir às aulas, provavelmente não é essa a atividade ideal para ela. Experimentar faz parte! Não gostou? Mude! 


Outra coisa muito importante é não forçar a criança a participar de competições se ela não quiser. E, se ela quiser, ajude-a a lidar com a frustração de perder ou não ser o 1º.


     Resgate brincadeiras antigas e as apresente para as crianças que você conhece. Elas ADORAM! Três Marias, pular elástico, pular corda, amarelinha, cobra cega... Tanta coisa que a gente brincava e elas nem sabem o que é! Ajude-as a descobrir e divirta-se também! 


     Crianças que se movimentam mais, tem menor risco de queda, de fraturas, se alimentam melhor, tem mais amizades, mais disciplina, são muito mais felizes e saudáveis! E quanto mais cedo elas forem estimuladas, melhor será o desenvolvimento motor e cognitivo dela! E adultos que praticam atividade física servem de exemplo positivo para as crianças que convivem com eles.


   Muitas prefeituras e parques disponibilizam, gratuitamente, práticas esportivas e recreativas para várias idades. Procure na sua cidade! E aproveite pra se divertir com os pequenos!

   Tem alguma dúvida ou sugestão? Deixe seu comentário! Conhece alguma criança que esteja em alguma dessas situações? Trabalha com crianças e percebe essas diferenças? Conta pra mim suas experiências!    

Até a próxima!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Quando você beijou o espelho pela última vez?

     OIE! Você já parou pra pensar quando foi a última vez que você olhou no espelho e se achou bonito/bonita? Quando se fez um elogio? Quando se sentiu confiante com seu corpo e sua imagem? Faz tempo? Tanto tempo que nem lembra?Pois é... Já viu o que faz um bebê quando colocado em frente à um espelho? 




   Viu? Eles sempre gostam do que descobrem e, frequentemente, beijam sua própria imagem. Quando será que nós paramos de fazer isso? Quando, como e por que deixamos de gostar de nossa própria imagem? Muito provavelmente não sabemos quando, mas como e por que não é difícil de descobrir.

Busca feita no Google com as palavras "corpo bonito"

Busca feita no Google com as palavras "corpo perfeito"
     Vemos, por todos os lados e meios de comunicação, mensagens (diretas ou não) que tentam, a todo momento, nos convencer de que devemos ter corpos perfeitos. E o que é um corpo perfeito? É aquele que VOCÊ NUNCA VAI ENCONTRAR EM OUTRA PESSOA. Isso mesmo! O seu corpo é SEU e o corpo da moça da capa da revista é dela! O da Gisele Büdchen é dela, o da Sabrina Sato é dela, das blogueiras fitness são delas! Ou seja, não adianta você querer se parecer com uma ou outra pessoa. O importante é estar satisfeita com o seu próprio corpo. Claaaaaaro que sempre podemos querer melhorar aqui, mudar um pouco ali, algumas coisas que não nos agradam, mas o que não está certo é achar que nada está bom e que sua felicidade só seria completa se seu corpo fosse como o da capa da revista.
    
    Agora pense como toda essa ênfase no "corpo perfeito" pode influenciar as crianças. Você deve conhecer alguma criança que diz que não pode comer tal coisa porque "engorda", ou que "está gorda" ou "magra demais", que acha o cabelo ou alguma parte do corpo feio? E elas estão fazendo esses comentários cada vez mais cedo!  

   


    E o que NÓS temos feito para evitar que isso aconteça? Complicado, né? A baixa autoestima e a insatisfação com a própria imagem pode acarretar muitos problemas de saúde para meninos e meninas (e em adolescentes e adultos também!) como depressão, isolamento social e transtornos alimentares. No vídeo abaixo, Meaghan Ramsey (uma das organizadoras do Projeto Dove de Autoestima) faz uma bela reflexão sobre esse tema. Vale suuuuuuuper a pena assistir! Se não aparecer a legenda em português, logo abaixo do vídeo, no Youtube, tem a opção de colocar a legenda no idioma que você preferir. 

 

    Não esquece de deixar seu comentário sobre o assunto, tá?!

    Até maaaaaaaaaaaais!